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Fluxo de lojas: contagem, correlação e causalidade

Entenda as diferenças entre contar visitas, observar uma associação com campanhas e demonstrar impacto causal no varejo físico.

Contar o fluxo de uma loja responde a uma pergunta sobre movimento observado. Relacionar esse movimento a campanhas exige outras definições e evidências. Uma coincidência no tempo não demonstra que a campanha causou a visita.

Primeiro, valide a contagem

Defina o que será contado, a área coberta, o período e as condições de funcionamento. Uma referência manual pode ajudar a comparar a medição e entender o erro em condições específicas. Calibração e disponibilidade precisam aparecer no relatório para que um período de falha não seja interpretado como ausência de visitantes.

Visitas, ocupação e permanência são medidas diferentes. A equipe deve saber qual delas está sendo usada e como tratar entradas repetidas ou mudanças no ambiente.

Depois, investigue a relação com marketing

Uma campanha pode coincidir com mudança no fluxo, mas outras condições também mudam: horário, calendário, clima, operação ou promoção local. Antes de sugerir uma explicação, documente o que foi comparado e quais fatores permaneceram sem controle.

Uma análise agregada não autoriza presumir uma identidade individual. Da mesma forma, conhecer um canal digital não demonstra que uma pessoa específica visitou a loja.

Um projeto separado da instalação mobile

A frente física do Bridgee precisa de avaliação por local, equipamento e integração. Os critérios de uma jornada de app não substituem os critérios de implantação dos sensores.

Consulte a página de câmeras e sensores e o guia de fluxo físico. O primeiro resultado útil é uma medida cujo significado e limite a operação consegue explicar.

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